Revolução de 32

Durante a Revolução Constitucionalista de 1932, a guarnição do forte alinhou-se ao lado dos revolucionários que lutavam contra o governo do então presidente Getúlio Vargas (1930-1945) (GARRIDO, 1940:136). Bombardeado por uma esquadrilha de hidroaviões Savoia-Marchetti S.55 governistas, a guarnição substituiu estrategicamente os canhões Schneider-Canet por réplicas de madeira pintada, embarcando a verdadeira artilharia e munição no “Fantasma da Morte”, um trem adaptado pelos revolucionários, utilizado na linha de combate. ” Wikipedia”

Este Forte muitos serviços prestou ao governo revolucionário de São Paulo, por ocasião da Revolução Paulista de 1932, guardando a barra santista vigilantemente, a ponto de atingir um dos vasos de guerra federais que se aproximara demasiadamente da Ponta Grossa.

Em conseqüência desse feito, e como retribuição, sofreu ele, logo depois, em dias de agosto, um forte bombardeio aéreo, levado a efeito por cinco possantes hidroaviões da Marinha, do tipo Savoia-Marchetti, que o danificaram alguma coisa, inutilizando-lhe, sobretudo, toda a rede elétrica.

Por ocasião da mesma revolução, os canhões de grosso calibre desse Forte foram desmontados e levados para as linhas de combate do Exército paulista em operações, prestando ali, em mais de uma frente, relevantíssimos serviços, tendo sido postos em seu lugar, na fortaleza, falsos canhões de madeira, do mesmo porte, visando a iludir os federais.

Texto extraído do site Novo Milênio

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